Revista Uruguaya de Cardiología
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<p>La Revista Uruguaya de Cardiología (Rev Urug Cardiol), publicación científica oficial de la Sociedad Uruguaya de Cardiología, es una revista arbitrada que trata los aspectos de las ciencias biomédicas del área cardiovascular, procurando contribuir al desarrollo de la investigación nacional, a su difusión y a la actualización continua del conocimiento. Es posible acceder a esta publicación de forma gratuita en el portal:</p> <p>ISSN papel 0797-0048</p> <p>ISSN electrónico 1688-0420</p>Órgano oficial de la Sociedad Uruguaya de Cardiologíaes-ESRevista Uruguaya de Cardiología0797-0048Impacto das políticas de saúde na incidência de infarto do miocárdio durante a pandemia de COVID-19 no Uruguai
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/185
<div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Introdução</strong>: as medidas emergenciais de saúde impostas para conter o SARS-CoV-2 podem ter efeitos colaterais no cuidado das doenças cardiovasculares. Os dados globais do país sobre a incidência de infarto agudo do miocárdio durante a pandemia são essenciais para a futura política de saúde.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Objetivos</strong>: nosso objetivo foi determinar se as medidas de saúde de emergência impostas no Uruguai tiveram um impacto direto na qualidade do atendimento infarto agudo do miocárdio.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Métodos</strong>: foi realizado um estudo retrospectivo de base populacional em todo o país para determinar a incidência de reperfusão do infarto agudo do miocárdio (fibrinolítico e percutâneo) durante o período de emergência de saúde. A taxa de incidência de reperfusão, tempo de reperfusão e mortalidade associada foram coletados do Fondo Nacional de Recursos (a única organização governamental responsável pela reperfusão de infarto agudo do miocárdio no Uruguai). Esses mesmos dados foram recuperados para 2019, 2018 e 2017.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Resultados</strong>: menos pacientes foram tratados em 2020 (136 pacientes) em comparação com 2019 (180 pacientes), 2018 (182 pacientes) e 2017 (174 pacientes). Fibrinolisis foi realizado como o único tratamento em 5,1%, 7,2%, 7,7% e 12,1%, respectivamente. A proporção na taxa de incidência de infarto agudo do miocárdio durante o período estudado em 2020 foi menor (0,74, IC 95%: 0,59-0,91). O tempo médio para reperfusão foi semelhante em comparação com 2019, 2018 e 2017 (p = 0,4). A mortalidade em 15 dias foi semelhante em 2017 (8%), 2018 (6%), 2019 (11%) e 2020 (8%).</p> <p class="sub-subsec"><strong>Conclusão:</strong> as medidas emergenciais de saúde foram associadas à diminuição da incidência de reperfusão do infarto agudo do miocárdio, sem afetar o tempo de reperfusão e a mortalidade.</p> </div>Victor DayanAbayuba PernaEnrique SotoAlvaro NiggemeyerAlejandro CuestaNatalia PiñeiroGraciela FernándezRosana Gambogi
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.3Uso de dispositivo de tecnologia eletrônica móvel para rastreamento de fibrilação atrial. Estudo piloto
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/213
<p>A fibrilação atrial (FA) é um problema de saúde pública que gera mortalidade e morbidade, com maior impacto em pessoas com mais de 65 anos. Sua detecção é especialmente relevante para a população de risco. Este estudo piloto teve como objetivo avaliar a utilidade de um dispositivo móvel de tecnologia eletrônica (DMTE) para o monitoramento da FA.</p> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Objetivo principal</strong>: avaliar a validade e confiabilidade de um DMTE para identificar FA.</p> <p class="sub-subsec"><strong>Objetivo secundário</strong>: validar os processos de coleta, transmissão, armazenamento, processamento e interpretação dos dados obtidos.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Método</strong>: participantes de 5 oficinas do Plano Ibirapitá (entre 15 de outubro e 30 de novembro de 2018) foram convidados a participar do estudo. Foi utilizado um DMTE (sensor AliveCor® KardiaMobile), cujo registro foi contrastado com o traçado do ECG de 12 derivações realizado quase simultaneamente. Os diagnósticos automatizados foram comparados com aqueles realizados por dois cardiologistas especialistas independentes, com base na leitura gráfica do DMTE e no ECG de 12 derivações.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Resultados</strong>: participaram do estudo 114 beneficiários do Plano Ibirapitá, sendo 78 mulheres. A média de idade foi de 72,5 anos (DP 5,36; variação de 53-87 anos). A sensibilidade para o diagnóstico de FA no DMTE foi de 100% com especificidade de 96,6%. (VPP = 57,1% VPN = 100%) e proporção de diagnóstico correto de 96,8%. O DMTE definiu 18,4% dos registros como “não classificados”. Portanto, a proporção de diagnósticos corretos diminuiu para 78,9% e não houve falsos negativos.</p> <p><strong>Conclusões</strong>: a triagem para FA por meio de DMTE em uma população idosa é viável e confiável. A constatação de 18,4% dos registros com diagnóstico automático “não classificado” torna necessária a existência de recursos humanos qualificados para a realização da confirmação diagnóstica.</p> </div>Virginia EstragóMatías MuñozRamón ÁlvarezXimena ReyesWalter Reyes
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2021-08-012021-08-013610.29277/cardio.36.2.7Degeneração valvular em pacientes com bioprótese aórtica suína avaliada mediante PET com fluoreto18F
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/179
<div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Introdução</strong>: a degeneração da válvula protética é um problema clínico; os métodos convencionais de imagem permitem o diagnóstico nas fases posteriores. A tomografia por emissão de pósitrons (PET) com fluoreto<sup>18</sup>F pode detectar a degeneração subclínica precocemente.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Objetivo</strong>: correlacionar parâmetros de deterioração estrutural protética por PET com parâmetros hemodinâmicos ecocardiográficos após um ano da troca valvar aórtica (SVA) por bioprótese suína.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Métodos</strong>: estudo <em>ad hoc</em> prospectivo de um ensaio clínico. Pacientes submetidos a SVA por bioprótese suína foram recrutados em dois centros nacionais entre 01/01/2019 e 13/02/2020. Foram realizados controles clínicos e ecocardiográficos. 19 indivíduos foram selecionados aleatoriamente que foram submetidos a PET com fluoreto de sódio <sup>18</sup>F com angiotomografia um ano após AVS. A captação do traçador na válvula (SUVavV) e átrio direito (SUVavA) foi medida, criando o índice SUVavV/SUVavA, que foi comparado com os gradientes médio e máximo em um ano, usando a análise de correlação de Spearman.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Resultados</strong>: de um total de 140 indivíduos submetidos a SVA, PET foi realizado em 19, em 16,3 meses (15,9-16,9) após a SVA. A proporção média de SUVavV/SUVavA foi de 1,17 (1,11-1,27). Uma correlação negativa moderada foi encontrada entre a captação de fluoreto<sup>18</sup>F e o gradiente médio (coeficiente de correlação -0,516, p = 0,028) e máximo (coeficiente de -0,589, p = 0,010) em um ano.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Conclusões</strong>: encontramos valores baixos de captação na PET, gradientes ecocardiográficos dentro da normalidade, sem correlação positiva entre os dois parâmetros. É o primeiro trabalho nacional com essas técnicas de imagem.</p> </div>Amparo FernándezGimena LozaGabriel ParmaLucía FlorioOmar AlonsoNicolás NiellVíctor EzquerraRicardo RobainaVíctor Dayan
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.5Impacto da pandemia COVID-19 na prática da eletrofisiologia cardíaca na América Latina: uma pesquisa da Sociedade Latino-Americana de Ritmo Cardíaco
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/200
<p><strong>Introdução</strong>: no início da pandemia de COVID-19 foram implementadas diretrizes clínicas, incluindo os Serviços de Eletrofisiologia (SEF).</p> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Objetivo</strong>: analisar a atividade assistencial e conhecer a situação do SEF na América Latina dois meses após o início das restrições.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Método</strong>: estudo descritivo-analítico e observacional transversal, por meio de questionário com eletrofisiologistas em março / 2020. Foi comparada a atividade clínica e invasiva realizada antes e durante a pandemia.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Resultados</strong>: foram incluídos 147 inquéritos, de 74 cidades e 18 países latino-americanos. O número de procedimentos semanais foi reduzido de 75 (45/127) para 20 (10/40) (p <0,001), com redução de 71%. Os procedimentos invasivos mensais foram reduzidos de 26 (13/39) para 4 (2/9) (p <0,001), com redução de 77%. Dos eletrofisiologistas que responderam ao questionário, 49% trabalhavam em 3 ou mais centros, e 89% compartilhavam o laboratório com serviço de hemodinâmica. A ocupação de leitos hospitalares foi baixa em 37%, intermediária em 28% e alta em 35%. Dos que responderam al questionário, 30% relataram que um médico de sua equipe foi colocado em quarentena por infecção ou contato. Foi relatado que, dentre os que responderam, 53% não realizava teste de triagem nos pacientes antes dos procedimentos, e em 77% na equipe. A maioria percebeu as dificuldades como importantes ou muito importantes, mas 63% consideravam a reabertura ao funcionamento.</p> </div> <div class="section"> <p class="sub-subsec"><strong>Conclusões</strong>: houve redução significativa da atividade clínica e invasiva. A maioria não tinha grande ocupação de leitos. Os entrevistados trabalhavam em vários centros e em salas de hemodinâmica. As medidas de prevenção ainda não haviam sido totalmente implementadas, porém havia a percepção de que em pouco tempo a normalidade voltaria.</p> </div>Alejandro CuestaManlio F. Márquez-MurilloLuis C. SaenzMarcio Jansen De Oliveira-Figueiredo
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.6Fibrilação auricular pós-operatória. ¿Umlobo compele de cordeiro?
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/180
<p>Desde os primeiros días da cirurgia cardíaca, a fibrilação atrial (FA) tem sido uma companheira frequente para o pós-operatório, e sua reduçao não é esperada em um futuro próximo.</p> <p>A interpretação de sua significância clínica mudou nos últimos anos, tendo conhecido sua tendência recorrente e sua associação com sérias complicações imediatas e de longo prazo.</p> <p>Este fato mostra um novo desafio, pois deixou de ser um pequeno problema e uma consideração oportuna no perioperatório para constituir um tema de preocupação e acompanhamento em um futuro distante, mesmo com incertezas quanto à sua evolução e gestão.</p> <p>A profilaxia efetiva dessa arritmia, uma resposta lógica ao problema, tem sido cercada pela multiplicidade de fatores de risco e pela intrincação de sua gênese ainda não completamente elucidada, juntamente com a idade crescente dos pacientes envolvidos, a maior complexidade dos procedimentos, os possíveis efeitos colaterais dos medicamentos utilizados e a ausência de um algoritmo preditivo confiável para racionalizar as medidas preventivas.</p> <p>Além disso, muitas recomendações das guias atuais de prática clínica são baseadas em informações obtidas em estudos conduzidos em FA primária, de modo que sua adoção no cenário da cirurgia cardíaca tem sido menos do que desejável.</p> <p>Todos esses aspectos são analisados nesta revisão, que termina com diretrizes práticas de gestão para arritmia no ambiente perioperatório.</p>Jorge Estigarribia Passaro
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2021-01-012021-01-013610.29277/cardio.36.1.5Cardiologia digital (e-Cardiologia): ferramentas úteis para o diagnóstico e tratamiento de pacientes com fibrilação atrial
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/194
<p>A utilização da tecnologia digital móvel (m-Saúde), ainda pouco utilizada, tem potencial para se tornar um auxílio essencial na prática clínica, principalmente na Cardiologia. A fibrilação atrial é a arritmia mais frequente, cuja prevalência aumenta com a idade e sua complicação mais temida é o acidente vascular cerebral. Sua prevenção depende de um diagnóstico oportuno, de uma estratificação de risco adequada e do uso de anticoagulantes orais. Porém, freqüentemente é paroxística e assintomática, o que dificulta seu diagnóstico. A contribuição da tecnologia por meio do desenvolvimento de aplicativos para telefones celulares, relógios, dispositivos portáteis ou implantáveis ??que registram o ritmo cardíaco e permitem monitoramento prolongado, ambulatorial e remoto, facilitam sua detecção. São revisadas as principais evidências que justificam a aplicação dessas estratégias de rastreamento, quando é indicado fazê-lo, como e para quem fazê-lo. Finalmente, a utilidade dessas estratégias de monitoramento prolongado no manejo e prevenção da fibrilação atrial também é considerada.</p>Walter Reyes Caorsi
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.10O melhor do Congresso Uruguaio de Cardiologia 2020
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/202
<p>O 37.<sup>o</sup> Congresso Uruguaio de Cardiologia foi realizado de forma virtual, de 26 a 28 de maio. Contou com convidados nacionais e internacionais, permitindo o desenvolvimento de um espaço de atualização nas diferentes áreas da cardiologia. À semelhança dos anos anteriores, foi reservado um espaço para a apresentação da atividade científica desenvolvida por investigadores nacionais através da apresentação de temas livres. Foram apresentados diversos temas livres revisados e selecionados pela comissão científica correspondente ao ano de 2020, cuja apresentação foi adiada devido à pandemia do COVID-19. A seguir comentamos alguns dos trabalhos apresentados no congresso.</p> <p>Implante primário de marcapasso cardíaco definitivo na população pediátrica e evolução: 15 anos de experiência em centro de referência em cardiologia pediátrica no Uruguai.</p> <p>Qualidade da anticoagulação oral com varfarina em policlínica de cardiologia, seguimento de um ano.</p> <p>Valor prognóstico de anemia leve/moderada e/ou deficiência de ferro pré-operatória no pós-operatório de cirurgia cardíaca.</p> <p>Impacto prognóstico da ecocardiografia sob estresse com exercício físico negativo em uma unidade de dor torácica. Período 2019-2020 com acompanhamento de um ano.</p> <p>Estratégia invasivoconservadora no infarto com supra desnivelamento de ST. Prova de conceito.</p> <p>Impacto cardiovascular da pandemia COVID-19 durante o primeiro semestre de 2020 no Uruguai. Estudo ecológico.</p> <p>Correlação entre parâmetros hemodinâmicos e captação de fluoreto de 18F por PET em curto prazo após a troca da válvula aórtica.</p> <p>Indicação, resultados e mortalidade de angioplastia coronária com implante de stent de tronco de coronária esquerda desprotegido.</p>Carlos Guamán Valdivieso
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.9Síndrome de Heyde
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/199
<p>Desde que Edward Heyde imaginou em 1958 uma misteriosa associação entre estenose aórtica e hemorragia gastrointestinal, seis décadas se passaram e não houve pouca controvérsia. Na época em que foi levantada, o estado técnico e metodológico da ciência médica e uma interpretação tendenciosa de sua ideia original impediram a construção de um apoio estatístico e fisiopatológico que lhe concederia amplo reconhecimento como entidade clínica individual.</p> <p>Avanços em diversas disciplinas permitiram demonstrar que sua frequência de apresentação excede o efeito do acaso, além de esclarecer com precisão e elegância seus mecanismos fisiopatológicos. Sua consolidação como síndrome revela uma verdadeira encruzilhada entre Cardiologia, Gastroenterologia, Hematologia e Laboratório, especialidades envolvidas tanto em seu processo de compreensão quanto em sua gestão prática hoje.</p> <p>No entanto, apesar de ter uma incidência não desprezível e adquirir um papel central no manejo clínico da estenose aórtica, esta entidade parece ter passado de resistida para relativamente ignorada.</p> <p>Com o intuto de contribuir para sua visibilidade, esta revisão oferece um panorama abrangente do tema, revendo as principais contribuições históricas ao seu conhecimento e abordando em profundidade seus mecanismos, as chaves para sua detecção clínica e seu impacto na gestão da estenose aórtica e outras entidades com fisiopatologia relacionada.</p>Jorge Estigarribia Passaro
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.11O melhor do Congresso da ACC 2021
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/191
<p>De 15 a 17 de maio de 2021, foi realizada uma nova reunião virtual do congresso anual do American College of Cardiology, um dos eventos científicos mais relevantes do mundo da cardiologia. Houve excelentes palestrantes e a apresentação de estudos notáveis ??que atualizaram temas centrais em nossa prática clínica referentes a uma ampla gama de situações comuns: cirurgia cardíaca, cardiologia intervencionista, manejo de arritmias. A seguir, selecionamos e resumimos algumas das obras mais significativas:</p> <p>Aspirina versus clopidogrel para monoterapia de manutenção crônica após intervenção coronária percutânea (EXAME-HOST).</p> <p>TicAgrelor versus CLOpidogrel em pacientes estabilizados com infarto agudo do miocárdio (TALOS-AMI).</p> <p>Oclusão do apêndice atrial esquerdo durante a cirurgia cardíaca para prevenir acidente vascular cerebral III (LAAOS III).</p> <p>Sotagliflozina em pacientes com diabetes e insuficiência cardíaca recente (SOLOIST-WHF).</p> <p>Um ensaio randomizado de controle de ritmo de fibrilação atrial baseado em ablação versus controle de frequência em pacientes com insuficiência cardíaca e fibrilação atrial de alta carga (RAFT-AF).</p> <p>Dosagem de aspirina: um estudo centrado no paciente que avalia os benefícios e eficácia a longo prazo (ADAPTÁVEL).</p>Keril GianoniDavid de SosaEstefanía de la FuenteYamel Ache Tricot
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.8O melhor do congresso virtual AHA 2020
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/181
<p>De 13 a 17 de novembro de 2020, foi realizado o congresso anual da American Heart Association. Devido à situação de pandemia global que vivemos, foi feito virtualmente em sua totalidade, o que permitiu uma maior participação em todo o mundo. Foram apresentadas as Diretrizes de Reanimação Cardiorrespiratória, bem como vários estudos interessantes e relevantes para a cardiologia, dos quais destacamos:</p> <p>- Rivaroxaban in Patients with Atrial Fibrillation and a Bioprosthetic Mitral Valve: the RIVER trial.</p> <p>- Ferric Carboxymaltose for iron deficiency at discharge after acute heart failure: a multicentre, double-blind, randomised, controlled trail: AFFIRM-AHF trial.</p> <p>- Sotagliflozin in Patients with Diabetes and Chronic Kidney Disease: SCORED trial.</p> <p>- Cardiac Miosin Activation with Omecamtiv Mecarbil in Systolic Heart Failure: the GALACTIC-HF trial.</p> <p>- Phase 3 Trial of Interleukin-1 Trap Rilonacept in Recurrent Pericarditis: RHAPSODY trial.</p> <p>- Cryoablation or Drug Therapy for Initial Treatment of Atrial Fibrillation: the EARLY-AF trial.</p>Keril GianoniDavid de SosaMacarena LorenteSofía Noria
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2021-04-012021-04-013610.29277/cardio.36.1.6Recomendações para a gestão de cardiotoxicidade relacionada com o tratamento do câncer. Primeira parte
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/208
<p>O desenvolvimento de novas terapias oncológicas levou a um aumento na sobrevida dos pacientes, mas ao mesmo tempo traz consigo morbidades relacionadas aos tratamentos. O desenvolvimento de efeitos cardiovasculares adversos tem um impacto negativo no prognóstico dos pacientes em tratamento, bem como nos pacientes considerados curados, nos quais doença cardiovascular e malignidades secundárias são as principais causas de morte.</p> <p>Cardiotoxicidade relacionada ao câncer é definida como o desenvolvimento de doença cardiovascular secundária ao tratamento. A gama de apresentações clínicas é ampla, podendo se manifestar como disfunção ventricular, insuficiência cardíaca, isquemia miocárdica, hipertensão arterial, arritmias, entre outras. Isto pode ser resultante de desenvolvimento e progressão acelerados de doença cardiovascular ou por efeito direto das terapias.</p> <p>Frequentemente é dito na literatura que cardiotoxicidade e disfunção ventricular relacionada à quimioterapia são sinônimos. Entretanto, cardiotoxicidade engloba um amplo espectro de manifestações cardiovasculares. Neste texto, portanto, nos referimos à disfunção ventricular causada por quimioterápicos exclusivamente como a presença de disfunção sistólica ventricular esquerda.</p> <p>Disfunção ventricular relacionada à quimioterapia e insuficiência cardíaca são duas das mais temidas complicações do tratamento oncológico devido ao seu impacto no prognóstico cardiovascular e oncológico, podendo afetar ainda a escolha e manutenção das opções terapêuticas.</p> <p>Diversas sociedades cardio-onco-hematológicas surgiram ao redor do mundo com o objetivo de gerar diretriz clínicas práticas e melhorar o diagnóstico e tratamento das complicações cardiovasculares resultantes das terapias oncológicas.</p> <p>A cardio-oncologia é uma disciplina em contínuo crescimento e desenvolvimento. Nós acreditamos fortemente que educação médica continuada e uma abordagem multidisciplinar são necessárias para um cuidado médico de qualidade.</p> <p>Este texto é o resultado de um trabalho multidisciplinar envolvendo cardiologistas, hematologistas e oncologistas. Nosso objetivo é de oferecer informação à equipe de cuidados em saúde envolvido na assistência destes pacientes. Devido à sua extensão, este texto será publicado em três partes.</p>Andreina GómezGabriel ParmaEnrique SotoRosanna TorighelliDahiana AmarilloMatilde BoadaLiliana FarreroClaudia MartínezFederico PagnussatVirginia Beneditto
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2021-04-012021-04-013610.29277/cardio.36.1.7Diabetes e doença cardiovascular
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/210
<p>A diabetes mellitus é uma das principais causas de morbimortalidade em todo o mundo. Esse grupo de pacientes geralmente representa uma população com alto ou muito alto risco cardiovascular, razão pela qual se estratifica precocemente o risco, buscando enfocar objetivamente a abordagem farmacológica e não farmacológica com estratégia intensiva.</p> <p>A doença cardiovascular representa a principal causa de mortalidade, mas nos últimos anos houve avanços na terapêutica que mostraram reduzir os eventos cardiovasculares maiores. Este artigo analisa a interação entre diabetes, doenças cardiovasculares e seu tratamento.</p>Carlos GuamánWilliam AcostaCarla AlvarezBenhard Hasbum
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2021-04-012021-04-013610.29277/cardio.36.1.4Gliflozinas: mais do que antidiabéticos orais. Uma breve revisão da literatura
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/215
<p>Diabetes mellitus, insuficiência cardíaca e doença renal crônica são altamente prevalentes na população. Estas patologias fazem parte de um “círculo vicioso”, compartilhando mecanismos fisiopatológicos que predispõem à coexistência no mesmo paciente, e aumentando significativamente o risco de eventos cardiovasculares. As gliflozinas, são un grupo de drogas com benefícios das três patologias citadas, foram adicionadas recentemente ao arsenal terapêutico. Saber como foram desenvolvidas as pesquisas com esses medicamentos e seus mecanismos de ação é essencial para otimizar o tratamento dos pacientes.</p>Verónica González
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2021-08-012021-08-013610.29277/cardio.36.2.8Síncope e parada cardiorrespiratória, formas graves de apresentação de embolia pulmonar central. Relato de três casos clínicos
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/216
<p>O tromboembolismo pulmonar tem a presentação clínica variada. É essencial ter um alto índice de suspeita para chegar a um diagnóstico oportuno. A síncope está associada a casos graves e tem significado prognóstico. O tratamento trombolítico é a pedra angular no subgrupo de pacientes de alto risco. São apresentados três casos clínicos de tromboembolismo pulmonar de alto risco para discutir o quadro clínico e o tratamento instituído.</p>Gimena LozaVictoria BrianoAgustina PerdomoÁlvaro NiggemeyerJuan Albistur
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2021-08-012021-08-013610.29277/cardio.36.2.9Recomendações para a gestão de cardiotoxicidade relacionada com o tratamento do câncer. Primeira parte
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/223
<p>O desenvolvimento de novas terapias oncológicas levou a um aumento na sobrevida dos pacientes, mas ao mesmo tempo traz consigo morbidades relacionadas aos tratamentos. O desenvolvimento de efeitos cardiovasculares adversos tem um impacto negativo no prognóstico dos pacientes em tratamento, bem como nos pacientes considerados curados, nos quais doença cardiovascular e malignidades secundárias são as principais causas de morte.</p> <p>Cardiotoxicidade relacionada ao câncer é definida como o desenvolvimento de doença cardiovascular secundária ao tratamento. A gama de apresentações clínicas é ampla, podendo se manifestar como disfunção ventricular, insuficiência cardíaca, isquemia miocárdica, hipertensão arterial, arritmias, entre outras. Isto pode ser resultante de desenvolvimento e progressão acelerados de doença cardiovascular ou por efeito direto das terapias.</p> <p>Frequentemente é dito na literatura que cardiotoxicidade e disfunção ventricular relacionada à quimioterapia são sinônimos. Entretanto, cardiotoxicidade engloba um amplo espectro de manifestações cardiovasculares. Neste texto, portanto, nos referimos à disfunção ventricular causada por quimioterápicos exclusivamente como a presença de disfunção sistólica ventricular esquerda.</p> <p>Disfunção ventricular relacionada à quimioterapia e insuficiência cardíaca são duas das mais temidas complicações do tratamento oncológico devido ao seu impacto no prognóstico cardiovascular e oncológico, podendo afetar ainda a escolha e manutenção das opções terapêuticas.</p> <p>Diversas sociedades cardio-onco-hematológicas surgiram ao redor do mundo com o objetivo de gerar diretriz clínicas práticas e melhorar o diagnóstico e tratamento das complicações cardiovasculares resultantes das terapias oncológicas.</p> <p>A cardio-oncologia é uma disciplina em contínuo crescimento e desenvolvimento. Nós acreditamos fortemente que educação médica continuada e uma abordagem multidisciplinar são necessárias para um cuidado médico de qualidade.</p> <p>Este texto é o resultado de um trabalho multidisciplinar envolvendo cardiologistas, hematologistas e oncologistas. Nosso objetivo é de oferecer informação à equipe de cuidados em saúde envolvido na assistência destes pacientes. Devido à sua extensão, este texto será dividido em três partes.</p>Andreina GómezEnrique SotoRosanna TorighelliCarolina ArtucioMónica DelorenziMariela LujambioNatalia MoreiraAndrea SimeoneAlexis DiniAndrés GariVerónica MontaubanGiovanna PodstavkaValentina AgorrodySoledad Murguía
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.7Novos e velhos dilemas e problemas éticos em tempos de pandemia
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/224
<p>-</p>Delia M. Sánchez
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.19Presentação de um caso clínico do valve in valve mitral. Um novo horizonte no tratamento da disfunção valvular protética
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/187
<p>A disfunção valvular protética é cada vez mais comum devido ao envelhecimento da população portadora de biopróteses e representa um desafio no momento do diagnóstico, avaliação e tratamento. A multimodalidade da imagem cardiovascular é essencial para sua avaliação. Em relação ao tratamento, um procedimento de troca valvular percutânea minimamente invasivo, denominado <em>valve in valve</em>, surge como uma nova alternativa, principalmente em pacientes com alto risco cirúrgico. Apresentamos um dos primeiros casos realizados no Uruguai de implantação percutânea de prótese mitral transeptal dentro de bioprótese mitral cirúrgica disfuncional.</p>Daiana GiménezSebastián LluberasNatalia LluberasJulia AramburuPablo FontesGabriel Parma
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.16Elevação do segmento ST como apresentação de tumor cardíaco. Papel diagnóstico da multimodalidade de imagem
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/183
<p class="western" lang="es-MX">Os tumores cardíacos malignos são neoplasias raras que podem se apresentar de várias formas, dificultando seu diagnóstico. A ecocardiografia e a ressonância magnética cardíaca são técnicas fundamentais para o diagnóstico, caracterização e avaliação da extensão tumoral. A identificação da linha do tumor é essencial ao iniciar a terapia direcionada do câncer. Embora o “padrão ouro” para esse fim seja o estudo patológico (obtido por biópsia ou ressecção cirúrgica), nos casos em que isso não seja possível, a ressonância cardíaca é a técnica não invasiva que proporciona melhor abordagem diagnóstica. O tratamento de escolha é a ressecção cirúrgica e o pronóstico geralmente é ruim. Apresentamos o caso de uma paciente com apresentação clínica atípica, em que a abordagem multimodal fornece informações essenciais e complementares para o diagnóstico do tumor e caracterização do tecido.</p>Victoria BrianoCamila GrassiJuan AlbisturGimena LozaGabriel ParmaLucía Florio
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.13Defeito do septo atrial do seio venoso superior com retorno venoso pulmonar anormal. Relato de caso
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/192
<p align="justify">A comunicação interatrial do seio venoso superior é uma cardiopatia congênita de baixa prevalência, mais frequente em mulheres, com alto percentual de retorno venoso pulmonar anormal. A ecocardiografia transesofágica é o método diagnóstico mais frequente e deve ser complementada com outros exames de imagem, como angiografia de tórax ou ressonância magnética. Essa avaliação é essencial para analisar aspectos anatômicos essenciais para o planejamento da estratégia cirúrgica corretiva. Naqueles pacientes em que o retorno venoso pulmonar anômalo deságua acima do átrio direito na veia cava superior, a técnica cirúrgica de Warden é eficaz, com baixa incidência de complicações e bons resultados em longo prazo.</p>Maximiliano HernándezMartín AnteloJuan José PaganiniMartín ChappeVíctor DayanDaniel Brusich
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.17Miopericardite aguda versus síndrome coronariana aguda: relato de um caso
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/184
<p>A miopericardite aguda é uma pericardite aguda com pequena deterioração miocárdica. Nas primeiras horas de evolução do quadro clínico podem ser confundidas com síndrome coronariana aguda, principalmente quando o eletrocardiograma mostra supradesnivelamento do segmento ST e marcadores elevados de necrose miocárdica. A ressonância magnética cardíaca desempenha um papel importante em distinguir as duas doenças. Apresentamos o caso de um homem de 36 anos admitido por dor torácica, supradesnivelamento do segmento ST e elevação dos marcadores de necrose miocárdica, foi realizada cineangiocoronariografia, onde não foram evidenciadas lesões angiograficamente significativas. Foi realizada a ressonância magnética cardíaca com contraste de gadolínio e foram observados derrame pericárdico leve, edema e realce tardio com um padrão irregular subepicárdico e intramiocárdico na face lateral. Os resultados do estudo confirmam o diagnóstico de miopericardite.</p>Osman Guevara ManzanoFernando Leite Vincenti
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.15When not everything is what it seems… Extra-cardiac mass in the left atrium: a case report in Uruguay
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/188
<p>A hérnia de hiato é uma entidade relativamente comum, e pode ser um achado incidental em um estudo ecocardiográfico. Descrevemos o caso de um paciente com diagnóstico de massa em átrio esquerdo sem etiologia definida, em que o diagnóstico de hérnia de hiato é feito por ressonância magnética cardíaca e posteriormente demonstrado por ecocardiografia contrastada com uma bebida gaseificada, permitindo esclarecer de forma rápida e fácil o diagnóstico.</p>Pablo FontesGabriel ParmaNatalia LluberasFabián MartínezJulia Aramburu
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.14Linfoma pericárdico primário de células T/NK. Relato de um caso
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/209
<p>Os linfomas cardíacos primários são um subtipo de tumor muito raro, no qual a lesão primária está no coração. Os tumores geralmente são infiltrativos e localizam-se no átrio direito, seguidos pelo pericárdio. Sua mortalidade é notavelmente alta e o diagnóstico tardio é o principal fator que produz seu mau prognóstico. Descrevemos o caso de um paciente que apresentou choque obstrutivo devido a um derrame pericárdico profuso causado por um tipo raro de tumor cardíaco primário, um linfoma pericárdico de células T/NK.</p>Guillermo AgorrodyAmparo FernándezFacundo RíosMaría José ArocenaLilián DíazJorge Estigarribia
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2021-04-012021-04-013610.29277/cardio.36.1.8Pré-eclâmpsia grave associada a lúpus eritematoso sistêmico e edema vulvar gestacional maciço
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/217
<p>O aparecimento de lúpus eritematoso sistêmico durante a gravidez, intrincado com pré-eclâmpsia grave é raro e de difícil diagnóstico. É relatada uma paciente de 19 anos, com 35 semanas de gestação, que estreou com lúpus eritematoso sistêmico no terceiro trimestre de gestação, e que se consultou por manifestações cutâneas causadas por eritema nas pontas dos dedos das mãos. Também existe uma pré-eclâmpsia grave. E realizada cesárea de emergência e ela é internada na Unidade de Terapia Intensiva. Instala um edema vulvar maciço que impede a deambulação.</p>Jorge CastelliAnabela Fernández
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2021-08-012021-08-013610.29277/cardio.36.2.10Arritmia ventricular maligna vinculada a gossypiboma. Reporte de um caso clínico
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/218
<p>Um gossypiboma, oblitoma ou textiloma está definido como todo corpo estranho esquecido no interior de um paciente durante um procedimento cirúrgico, representando uma complicação pos cirúrgica pouco frequente, mas com consequências potencialmente graves. Geralmente, se manifesta com quadros clínicos variáveis: uma massa ou pseudotumor, sangramentos, febre, dor, varios meses ou anos após a cirurgia original ou ser um hachado acidental. Descrevemos o caso clínico de uma paciente com um gossypiboma vinculado a uma cirurgia cardíaca realizada 40 anos antes do quadro clínico atual, que se apresenta com arritmia ventricular maligna.</p>Joaquín VázquezRafael GrassiAndrea SimeoneSiul Salisbury
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2021-08-012021-08-013610.29277/cardio.36.2.11Novidades da Sociedade Europeia de Cardiologia 2020 Diretrizes sobre o Tratamento da Síndrome Coronariana Aguda sem Elevação Persistente do Segmento ST
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/219
<p>A doença cardiovascular é a principal causa de morte em todo o mundo. O manejo das síndromes coronarianas avançou dramaticamente nos últimos 50 anos, reduzindo o risco isquêmico, mas observando um aumento no risco de sangramento. A Sociedade Europeia de Cardiologia publicou em 2020 a diretriz sobre o manejo da síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST, onde as alterações nos algoritmos de estratificação de risco e na terapia antiplaquetária e anticoagulante são destacadas como dois dos principais aspectos. Este editorial resume os principais desenvolvimentos publicados neste documento.</p>Carlos GuamánGimena LozaJuan Albistur
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2021-08-012021-08-013610.29277/cardio.36.1.11Destaques das Diretrizes Européias de Fibrilação Atrial
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/220
<p>La fibrilación auricular (FA) es a nivel mundial la arritmia sostenida más frecuente en la población adulta. A pesar de los crecientes conocimientos acerca de sus mecanismos fisiopatológicos subyacentes, herramientas diagnósticas y terapéuticas, se mantiene como una causa importante de insuficiencia cardíaca (IC), accidente cerebrovascular (ACV) y morbilidad cardiovascular a nivel mundial. Esto se traduce en disminución de la calidad de vida y aumento en la mortalidad de los pacientes, generando elevados costos socioeconómicos.</p> <p>Las Guías de Práctica Clínica (GPC) para el diagnóstico y manejo de la FA, desarrolladas por la Sociedad Europea de Cardiología en colaboración con la Asociación Europea de Cirugía Cardiotorácica publicadas en el año 2020, sintetizan la evidencia disponible para el manejo de la FA con el fin de facilitar las decisiones clínicas en la práctica habitual. Se resumen en el presente texto sus aspectos más destacados.</p>Juan Manuel Castro
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2021-08-012021-08-013610.29277/cardio.36.1.10Magda Heras 2021. Destaque merecido enfeita nossa revista em tempos de pandemia
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/222
<p>-</p>Federico Ferrando
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.20Nós precisamos um do outro...
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/211
Sonia Rossi
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2021-04-012021-04-013610.29277/cardio.36.2.1A revista em tempos de pandemia. Mais seu do que nunca
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/212
Federico Ferrando
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2021-08-012021-08-013610.29277/cardio.36.2.2Seguir trabalhando...
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/221
Sonia Rossi
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.1Destaques das Diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia de 2020 para o Tratamento de Adultos com Doença Cardíaca Congênita
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/135
<p>-</p>Guillermo AgorrodyLorena Dieguez
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.2Medicina e sociedade: a vacilar das coisas
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/207
Baltasar Aguilar Fleitas
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2021-04-012021-04-013610.29277/cardio.36.1.3Cardiologia enxuta. Elimine o desperdício para oferecer melhor qualidade de atendimento
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/225
Gerardo SocaInés Prosper
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.18Enrique Soto Durán
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/178
<p>El Consejo Directivo de la Sociedad Uruguaya de Cardiología nos ha encomendado escribir estas líneas como sentido homenaje al Dr. Enrique Soto Durán.<br>No es difícil encarar esta tarea, cuando la vida de Enrique ha sido ejemplo de permanente compromiso humanista y actitud de servicio.</p>Daniel Barreiro
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2022-04-042022-04-0436As recomendações para a avaliação cardiovascular de menores de 35 anos que praticam exercícios e esportes são apresentadas num trabalho conjunto
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/201
<p>Estabelecem-se as diretrizes quanto à avaliação e qualificação que terá essa avaliação, quem se encarregará de realizá-la e quais são os componentes fundamentais de uma correta avaliação cardiovascular. A história familiar e pessoal, o exame físico exaustivo são levados em consideração e a realização do electrocardiograma é considerada aconselhável como parte integrante obrigatória. É feita referência a outros estudos funcionais como opcional, bem como possível encaminhamento para especialistas quando considerado necessário.</p>Sonia RossiGerard BurdiatAlejandro CuestaOscar Díaz ArnestoJuan Carlos GambettaCatalina PinchakSuci DutraPedro ChiesaDiego AbdalaCarla PaponeGiselle Pérez
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2021-12-012021-12-013610.29277/cardio.36.3.12Lista de revisores do Revista Uruguaia de Cardiologia 2021
https://ruc.suc.org.uy/RUC/article/view/226
<p>-</p>Federico Ferrando
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2021-12-012021-12-0136